Sou uma iludida nata com o amor. Quando criança, me encheram de filmes em que príncipes encantados apareciam montados em cavalos brancos para salvar a princesa das torres do castelo, acordá-las do sono profundo com um beijo apaixonado e tudo o mais. O problema é que quando a gente cresce vendo esse tipo de coisa, começamos a achar que a vida real é igual. Ai, depois de sofrer, chorar, brigar com tudo e todos e gritar aos quatro ventos que você deixou de ser aquela moça infantil e boba que acreditava em princesas, cavalos e castelos, você passa a enxergar o real. Não existe príncipes. O que existe é aquela pessoa que te tratará como ninguém mais te tratou e você vai gostar. Ele vai te ouvir, te fazer carinho, te olhar nos olhos e dizer o quanto você é linda e importante pra ele. Vai pagar a conta e te levar no cinema pra assistir aquela comédia romântica que você passou a semana toda dizendo que estava louca pra assistir. Vai te levar pro almoço da família e pedir pra avó fazer a sua comida predileta. Ele vai te mandar mensagens dizendo que está com saudades e que não vê a hora de te ver logo. Ele não é um príncipe por fazer tudo isso. Ele é uma pessoa real que gosta de você, e que não importa como seja o futuro (ou não futuro) de vocês, ele quer te ver bem e ao lado dele sempre. Ele vai te fazer sorrir quando se lembrar dele. Vocês vão brincar, brigar e fazer planos. Isso vai te fazer pensar que ele é o seu príncipe, e que você é a princesa e que ele veio te resgatar da torre fria e mórbida que era sua vida. E você nunca mais vai querer sair de perto dele. Se você vai se iludir com isso depois ou não, ai já é um outro problema. O importante é aproveitar cada minuto se caso esse homem comum disfarçado de príncipe aparecer. Porque, acredite, vai valer a pena! :)
terça-feira, 18 de maio de 2010
Que seja doce
Sou uma iludida nata com o amor. Quando criança, me encheram de filmes em que príncipes encantados apareciam montados em cavalos brancos para salvar a princesa das torres do castelo, acordá-las do sono profundo com um beijo apaixonado e tudo o mais. O problema é que quando a gente cresce vendo esse tipo de coisa, começamos a achar que a vida real é igual. Ai, depois de sofrer, chorar, brigar com tudo e todos e gritar aos quatro ventos que você deixou de ser aquela moça infantil e boba que acreditava em princesas, cavalos e castelos, você passa a enxergar o real. Não existe príncipes. O que existe é aquela pessoa que te tratará como ninguém mais te tratou e você vai gostar. Ele vai te ouvir, te fazer carinho, te olhar nos olhos e dizer o quanto você é linda e importante pra ele. Vai pagar a conta e te levar no cinema pra assistir aquela comédia romântica que você passou a semana toda dizendo que estava louca pra assistir. Vai te levar pro almoço da família e pedir pra avó fazer a sua comida predileta. Ele vai te mandar mensagens dizendo que está com saudades e que não vê a hora de te ver logo. Ele não é um príncipe por fazer tudo isso. Ele é uma pessoa real que gosta de você, e que não importa como seja o futuro (ou não futuro) de vocês, ele quer te ver bem e ao lado dele sempre. Ele vai te fazer sorrir quando se lembrar dele. Vocês vão brincar, brigar e fazer planos. Isso vai te fazer pensar que ele é o seu príncipe, e que você é a princesa e que ele veio te resgatar da torre fria e mórbida que era sua vida. E você nunca mais vai querer sair de perto dele. Se você vai se iludir com isso depois ou não, ai já é um outro problema. O importante é aproveitar cada minuto se caso esse homem comum disfarçado de príncipe aparecer. Porque, acredite, vai valer a pena! :)
terça-feira, 4 de maio de 2010
Mudanças
Não faço ideia do que esta acontecendo, simplesmente por estar acontecendo de um jeito que eu nunca imaginei que poderia acontecer.
Não estou reclamando. Pelo contrário, estou aproveitando cada segundo dessa nova situação, e melhor... estou gostando de tudo isso.
Algumas mudanças precisam ser forçadas e, querendo ou não, você passa a ser obrigado a se adaptar. E isso não é de todo ruim. Isso faz com que você veja de uma outra perspectiva uma mesma coisa. E essa é a graça!
Só um detalhe: Quando a gente pede, mas pede com força mesmo, as coisas acontecem. E por pior que seja, o melhor está sempre por vir...!
Boa sorte!
:)
Não estou reclamando. Pelo contrário, estou aproveitando cada segundo dessa nova situação, e melhor... estou gostando de tudo isso.
Algumas mudanças precisam ser forçadas e, querendo ou não, você passa a ser obrigado a se adaptar. E isso não é de todo ruim. Isso faz com que você veja de uma outra perspectiva uma mesma coisa. E essa é a graça!
Só um detalhe: Quando a gente pede, mas pede com força mesmo, as coisas acontecem. E por pior que seja, o melhor está sempre por vir...!
Boa sorte!
:)
quinta-feira, 25 de março de 2010
O amor acaba?

O amor acaba? O cara disse. Numa esquina, num domingo, depois do teatro e do silêncio, na insônia, nas sorveterias, como se lhe faltasse energia. Ele não volta? Não deixa rastro ou renasce? Na esquina em que se beijaram uma vez, lá está, na sombra apagada pela luz, na poeira suspensa, na revolta da memória inconformada.
Na solidão, lá vem ele, volta, com lamento, um quase desespero, e penso nos planos perdidos, que vida sem sentido... Na insônia, o amor cai como uma tonelada de lápide, e se eu tivesse feito diferente, e se eu tivesse sido paciente, e se eu tivesse insistido, suportado, indicado, transformado, reagido, escutado, abraçado? Na sorveteria, ele volta, o amor, em lembranças. Porque aquele sabor era o preferido dela, aquela cobertura era a preferida dela, aquela sorveteria era a preferida dela, aquela esquina, aquele bairro, aquele clima, aquela lua, aquele mês, aquela temperatura, aquela raça de cachorro, aquele programa de fim de tarde e aquele horário sem planos...
No elevador, quantas saudades daqueles segundos em silêncio, presos na caixa blindada, vigiados por câmeras camufladas, loucos para se agarrarem, rirem, apertarem todos os botões, tirarem a roupa, escreverem ao lado do Atlasado: “Eu te amo”. Saudades é amor. Não se tem saudades do que não se amou.
O amor não acaba, porque tenho saudades, me lembro dela, me preocupo com ela, torço por ela, e se sonho com ela, meu dia está feito. O amor não pode acabar, porque sem ela ou sem a esperança de revê-la, até a chance de tê-la de volta, não vejo a paz. Ela é uma trégua na minha guerra pessoal contra a minha paixão por ela. Amá-la me faz bem. Mesmo que ela não me ame, amo amá-la. Continuei amando desde o dia em que terminou. Passei meses amando como se não tivesse acabado. Ficaria anos amando mesmo se não tivesse voltado.
O amor não acaba, muda. O amor não será, é. O amor está. Foi. Nas tantas músicas que ouvimos, que dançamos colados, trilhas das noites frias em que você sentava em mim nua, enquanto os meus braços imobilizavam os seus. Amor. O não-amor é o vazio. O antiamor também é amor. Eu te amava quando você respirava no meu ouvido. Lembra do meu dedo dentro de você? Amo-te, amo-te, amo-te. Instante secreto, sua boca incha, seus olhos apertam, suas unhas me arranham e você diz: Eu te amo!
O amor acabou quando você se foi? Você sentiu saudades das minhas paredes, das cores das minhas camisas, da umidade da minha boca, do cheirinho do meu travesseiro, da minha torrada com mel, das noites pelados assistindo à tevê, dos vinhos entornados no lençol, do café da manhã com jornal, você sentiu falta de atravessar a avenida comigo de mãos dadas, de correr da chuva, de eu te indicar um livro, do cinema gelado em que vimos o filme sem fim, torcendo para acabar logo e ficarmos a sós, você sentiu falta da minha risada, inconveniência, de eu ser seu amante, noivo, amigo e marido, dos meus olhos te espiando, dos meus dentes mordendo e mastigando, ficou tanto tempo longe e pensou em nós especialmente bêbada ou louca, queria me ligar, me escrever, meu cheiro aparecia de repente, meu vulto estava sempre ali, acaba?
Diz que acaba. Como acaba? Não acaba. Diz, não acaba. Repete. Falei? Não acaba. Pode virar amor não-correspondido. Pode ser amor com ódio, paixão com amor. Tem o amor e o nada. Ah, mais uma coisa. Antes que eu me esqueça. O amor não acaba. Vira. Se acabar, não era amor.
- Marcelo Rubens Paiva -
terça-feira, 23 de março de 2010
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
E hoje eu me sinto livre. Não completamente... tenho que me libertar de muita coisa ainda. mas me sinto livre de tudo aquele sentimento de fazer dar certo uma coisa que não tinha mais jeito. apesar de ainda chorar de vez em quando, de ainda querer gritar aos 4 ventos e querer mandar tudo e todos à merda. Sinto saudades dos velhos tempos, sim. aqueles onde eu tinha com quem conversar no final da noite, mesmo que fossem 5 míseros minutos. sinto falta do cheiro e da companhia não acompanhada. mas esse é o tipo de coisa que o tempo faz vc se desapegar. não preciso mais disso como antes e com certeza amanha não vou precisar de nada. absolutamente nada.
não quero beijos, nem abraços, muito menos lágrimas para superar tudo isso. I can handle myself. Só preciso que vc não apareça. Sem olhares e sem palavras.
Fico melhor assim.
[When you try your best, but you don't succeed,
When you get what you want, but not what you need,
When you feel so tired, but you can't sleep
Stuck in reverse]
não quero beijos, nem abraços, muito menos lágrimas para superar tudo isso. I can handle myself. Só preciso que vc não apareça. Sem olhares e sem palavras.
Fico melhor assim.
[When you try your best, but you don't succeed,
When you get what you want, but not what you need,
When you feel so tired, but you can't sleep
Stuck in reverse]
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Ficção ou Realidade?
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
It's not a big deal!
Você disse que sempre estaria ali. Mas nunca senti que estivesse. Teve medo de continuar estando e de repente achar que não poderia estar mais, simplesmente por não conseguir estar. Até porque, para estar precisamos estar inteiros, dispostos, de verdade e sempre. Não só quando a solidão ou carência bate.
Você disse que não achava que estávamos aquele tempo todo. Mais uma vez você confirmou o que eu já pensava. Você nunca esteve. E se esteve, o tempo foi curto demais.
Mas não tem problema. A gente aprende assim mesmo. E eu não me importo mais com pessoas que querem estar não estando. Que querem ficar não ficando. Que amam sem amar e sentem sem sentir. Não quero mais alguém assim pra mim. Abdiquei de você por esse e outros motivos. E abdicarei novamente, e quantas vezes forem necessárias, do próximo e do próximo e do próximo até que alguém de verdade me prove ao contrário.
Sempre fiz isso e continuarei fazendo.
It's not a big deal. And you know that.
Você disse que não achava que estávamos aquele tempo todo. Mais uma vez você confirmou o que eu já pensava. Você nunca esteve. E se esteve, o tempo foi curto demais.
Mas não tem problema. A gente aprende assim mesmo. E eu não me importo mais com pessoas que querem estar não estando. Que querem ficar não ficando. Que amam sem amar e sentem sem sentir. Não quero mais alguém assim pra mim. Abdiquei de você por esse e outros motivos. E abdicarei novamente, e quantas vezes forem necessárias, do próximo e do próximo e do próximo até que alguém de verdade me prove ao contrário.
Sempre fiz isso e continuarei fazendo.
It's not a big deal. And you know that.
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